As condições gerais da chegada dos imigrantes ao país chamavam a atenção dos médicos e do governo. Para trabalhar na lavoura do café, povoar o território e branquear a população, de acordo com o projeto governamental, estes imigrantes precisavam desembarcar saudáveis e vicejantes.

As vidas que chegavam ou tentavam chegar faziam prioritariamente parte, para os cafeicultores e políticos, de um projeto econômico e de construção de uma ideia de nação. Suas histórias individuais e familiares eram minimizadas diante do objetivo econômico e estatal do país que os recebia.

Procurando dar conta da demanda por saúde dos imigrantes, em tempos de epidemias, o Estado e os financiadores das viagens procuraram melhorar a recepção dos viajantes e garantir a mão de obra que tanto almejavam.