Viver para contar

Lembrar e recontar histórias é, acima de tudo, um ato de cidadania. Ao preservar o passado, aprendemos com ele e nos reconectamos com quem somos, porque sabemos quem foram os que nos precederam.  Seja bem-vindo e nos ajude a preservar a memória da saúde!

 

Imigração e SaúdeMemórias SINDHOSP

Nossa História

A ideia de iniciar um projeto para resgatar a memória da saúde no Estado de São Paulo nasceu com o aniversário de 80 anos do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP).

O primeiro objetivo era recontar a história de uma das entidades patronais mais antigas e atuantes do país, cuja criação remonta ao início do século 20, num contexto de efervescência que traria, logo após, inúmeras conquistas de direitos.

A trajetória do Sindicato e sua importância para transformações profundas do setor, no entanto, levaram à ampliação do projeto, extrapolando o seu alcance para a história da saúde no Estado de São Paulo, pública e privada, e de seus protagonistas: os estabelecimentos de serviços de saúde, e as pessoas que nele se firmaram, cresceram e floresceram.

Como símbolo, foi eleita a imagem de uma árvore estilizada, sem folhas, cujos troncos relembram a figura humana. Uma árvore sem folhas não representa que ela está fraca ou doente. Ao contrário: a perda de folhas é uma estratégia de sobrevivência em algumas estações do ano, em decorrência da variação de temperatura, fazendo com que ela se mantenha viva e hidratada.

A árvore resiste a cada uma das estações da natureza. Quando suas folhas caem, anunciam a transformação e o renascimento. Resiste ao frio e à chuva, representando perseverança e esperança. A plenitude chega com o desabrochar das flores e frutos. E assim se repete, ano a ano, o ciclo perfeito da vida.

Desta forma, respeitando este ciclo e se renovando a cada dia, queremos convidá-lo a conhecer a nossa história, a sua história e a história de todos nós.

Rembrandt van Rijn. The Anatomy Lesson of Dr Nicolaes Tulp, 1632. Acervo Mauritshui – Haia Holanda

Histórias

Imigração e Saúde

Entre os anos de 1881 e 1915, cerca de 31 milhões de pessoas deixaram o Velho Mundo em direção ao Novo Mundo; destes, 2,9 milhões vieram para o Brasil.

“… impelidos pelo destino e algo de outro…” Lasar Segall

Imigração e Saúde

Divulgar a história da saúde articulada com a história da imigração em São Paulo, entre os anos de 1889 – 1940, é uma das ações comemorativas do Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Laboratórios…

A travessia

“Pela primeira vez em minha vida avistava o mar e avistava navios. Vi como homens de todas as nacionalidades subiam a bordo desses navios e seguiam para mundos longínquos e desconhecidos…

Lasar Segall e o
retrato da viagem

As obras de Lasar Segall, pintor lituano que emigrou para o Brasil em 1923, são documentos importantes de uma parte desta história: a travessia…

O tempo suspenso

A travessia, esse momento e lugar em suspenso, que durava em torno de 30 a 40 dias, era o tempo e o espaço para a acomodação dos mais variados sentimentos. Despedir-se da terra natal, das suas raízes…

Emigração: expressão de liberdade de movimento pode ser também fruto da escassez

A emigração do final do século XIX foi provocada principalmente pelo novo arranjo industrial na Europa, com grande…

A decisão de emigrar

Não era simples atravessar o oceano. Nem emocionalmente, nem burocraticamente. A quantidade de documentos exigidos era significativa: passagens, passaporte, visto de entrada e saída dos portos de escala…

A doença nos navios

Estudos históricos recentes desvendam a experiência com a viagem de imigração. Acomodações desconfortáveis, anti-higiênicas, má alimentação, maus tratos, excesso de passageiros, resultando na certeza…

Proteção dos Portos

Com a notificação de epidemias na Europa, os portos brasileiros promoviam medidas de proteção quando da chegada de navios com riscos de contaminação. As mais comuns eram: a inspeção rigorosa de mercadorias…

Patrimônio da Saúde

Instituições Participantes

Agora é hora de contar. As instituições aqui reunidas possuem uma relação estreita com o desenvolvimento de São Paulo e as experiências de sua população. Falar sobre as suas trajetórias é uma forma de lembrar de dificuldades, inovações e entusiasmo que fortalecem as raízes e os vínculos com a sociedade.

Memória Saúde

Entrevistas

Luiz Fernando Ferrari Neto
Presidente em exercício do SINDHOSP

Yussif Ali Mere Jr
Presidente licenciado do Sindhosp

José Carlos Barbério
Presidente do IEPAS

Marcelo Gratão
CEO FEHOESP, SINDHOSP e IEPAS

Ricardo Nascimento Teixeira Mendes
Diretor do Hospital Vera Cruz e do SINDHOSP

Maria Lúcia Pontes Capelo Vides
Superintendente do Hospital Edmundo Vasconcelos

Redes Sociais

      

      

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